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Jeanine Berbel *** LITERATURA & FOTOGRAFIA
Palavras e imagens são, ambos, pretextos para viagens... por caminhos naturais do mundo e de mim. Registrando percepções, externando sentimentos... alimento a alma, alegro a existência, comemoro cada momento...celebro a vida !... VEM COMIGO !
segunda-feira, 7 de maio de 2012
sexta-feira, 4 de maio de 2012
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Efetivação
Desponta sentimento,
Germina pensamento,
Irrompe sensação.
Brota sentir,
Desabrocha palavra,
Aflora idéia...
Ancora ação.
A vida, assim,
se efetiva.
Ou leva,
Ou passa
Só...
Ansiada,
Imaginada,
Atravessada...
Percorrida
Apagada,
Pouco plena,
Pobre
De riscos...
E de soma.
De crescer,
De evolução.
Bommmm dia !
quarta-feira, 2 de maio de 2012
terça-feira, 1 de maio de 2012
Idade do amor

Paixão
adolesce.
Amar vigora,
Vivifica,
Adoça,
Rejuvenesce.
Quem ama vive
Química, física...
biologia,
E a matemática
doma, amansa,
Reinventa,
Restabelece.
Não se sujeita ao tempo,
Submete a
julgamentos
Obedece convenções,
Segue cronologias.
Tem a idade
Dos compassos
Do coração,
Sua energia.
Bommmmm dia !
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Ahhh, chuva !...
Ah, a chuva, que bem vinda ! Sua visita fora anunciada, contudo sua chegada suplanta, sempre, em sensações, a expectativa. Seus passos são ouvidos a caminho, mansos, ainda à distância, como o tilintar de saltos finos em superfície lisa. Crescem em intensidade à medida que se aproxima, mudando timbres, alterando o som, num crescente de vigor... até que toca paredes, portas. Bate para entrar ? Ou apenas exibir-se, mostrar-se ali, presente em seu vestido longo, prateado, transparente, que insinua e deixa ver, despertando exclamações... e arrepios ?! Tolida, mantida lá fora, impedida de entrar, contenta-se com o canto, em cantar... tocando janelas, esboçando partituras, desenhando em vidros suas notas. Ah, quantas as melodias !... Todas hipnóticas, conduzindo ao relaxamento, ao sono... ou à meditação, ao passeio interior. Suscitando outros olhares, naturalmente plantando outras buscas, levam o ser geralmente a seu âmago, mais para dentro de si. Mesmo a vigília é outra. Olhos abertos tendem a mirar mais longe e o olhar perde-se, vago, distante, às vezes enevoado... até encontrar quem o dirige, em viagens que vão de pensamentos, lembranças a insights, emoções.
Após uma noite inteira de encanto, a alvorada, serena, é silente, quase solene. A chuva acomoda-se um pouco. Assenta em poças, às calçadas. Mostra-se, sim, mas em reflexos, imagens relativamente fixas do que fora pleno movimento. Cede em dança permitindo ao dia descortinar-se em manhã branca, esfumaçada, fresca, climatizada de mistério... convidando à quietude, contemplação, investigação. Ah, é quando pode surgir, aportar, aquele detetive particular inconsciente, que divagando, põe-se a escavar o que se passa, o que se sente !...
A chuva, que vem visitar sem convite, traz ainda seus presentes !...
Será ela acolhida, apreciada, degustada ?
Aqui será brindada... com literatura, reflexões, abraços, passeios... além, claro, de um chá quente !
Após uma noite inteira de encanto, a alvorada, serena, é silente, quase solene. A chuva acomoda-se um pouco. Assenta em poças, às calçadas. Mostra-se, sim, mas em reflexos, imagens relativamente fixas do que fora pleno movimento. Cede em dança permitindo ao dia descortinar-se em manhã branca, esfumaçada, fresca, climatizada de mistério... convidando à quietude, contemplação, investigação. Ah, é quando pode surgir, aportar, aquele detetive particular inconsciente, que divagando, põe-se a escavar o que se passa, o que se sente !...
A chuva, que vem visitar sem convite, traz ainda seus presentes !...
Será ela acolhida, apreciada, degustada ?
Aqui será brindada... com literatura, reflexões, abraços, passeios... além, claro, de um chá quente !
Bommmm dia !
sexta-feira, 27 de abril de 2012
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